Quando descemos das árvores, cantávamos canções pra criar coragem e espantar o medo. Milhões de anos depois descemos da vida cantando o medo pra enganar a morte. Sobrevivemos. Esse se tornou nosso charme, esse flertar com a morte. Nos tornamos esses maravilhosos cantadores enganadores da morte... E cá estamos: Não muito sãos, tampouco salvos... Mas cá estamos.
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